Segundo o site da ONG Centro pelos Direitos Reprodutivos, que levou o caso à ONU, Alyne morreu após complicações durante o parto do bebê natimorto. Ela deixou uma filha de cinco anos de idade.
A ONG defende que se tivesse recebido serviços básicos de obstetrícia em vigor no sistema de saúde no Brasil, Alyne teria sobrevivido.
Direitos das Mulheres
Em entrevista à Rádio ONU, de Brasília, a representante da ONU Mulheres no Brasil e Cone Sul, Rebecca Tavares, diz que a decisão deve servir de parâmetro para o governo.



